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Nota de pesar - Nelson Sargento

A diretoria do SindMusi externa aqui o seu profundo pesar pelo falecimento do sambista Nelson Sargento (foto), na manhã desta quinta-feira (27) em decorrência da Covid-19. O compositor tinha 96 anos e foi diagnosticado com o novo coronavírus na última sexta-feira (21), quando foi internado no Inca, onde já havia tratado um câncer de próstata há dez anos. Seu estado se agravou na quarta-feira (26) quando começou a respirar com auxílio de máscara de oxigênio. Nelson já haviatomado a segunda dose da vacina, em fevereiro.

Considerado um dos grandes nomes do samba brasileiro, Nelson foi cantor, compositor, pesquisador, artista plástico, ator e escritor. Autor de sucessos como 'Agoniza, mas não morre', era presidente de honra da Estação Primeira de Mangueira.

O artista nasceu em 25 de julho de 1924 na Praça Quinze. Ele passou a infância no Morro do Salgueiro, na Tijuca, com a mãe e os 17 irmãos. Aos 12 anos, a família se mudou para o Morro da Mangueira. Começou a fazer música ainda adolescente, tendo aprendido a tocar violão com mestres do samba como Cartola, Nelson Cavaquinho e o compositor Geraldo Pereira. Passou a integrar a ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira em 1942, aos 18 anos. Em 1958, tornou-se presidente da ala dos compositores.

No seu último aniversário, vários artistas ligados ao samba cantaram versões, cada um da sua casa, do samba “Agoniza, mas não morre” (foto/crédito Funarte - Portal das Artes)

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